Rotina

Feliz aquele que nada teme,

Corre livre e acende a manhã.

As cores secaram seguras

Sopraram os conceitos pátrios contra a parede

Escassas noites frescas

As cores violam o calor

As dores sangraram concertos em lá menor

Os inimigos não são nada

São só pó…

A festa é certa

Instituída por convenção.

Por quê o branco é paz?

O fim é próximo

Mas só há fim se for pra recomeçar.

Feliz aquele que nada teme

Voa alto e desmancha o entardecer.

(Raissa Lopes)

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