Hábito

Nem sonhava e já acordou. Parou-se de si pois a fé era grande demais. Pôs a fé pra dentro e se sentou. Se sentiu pleno. O inteiro era metade de tudo e não sobrava mais pedaço de chão. Quem queria queimar como água? Quem podia imaginar que seria assim? Estanque era o rio de lágrimas. O rio que nunca nasceu. Que nunca correu. Correu de si. Sangrou segredos nebulosos. Pois tudo era nebuloso. E essa rotina lhe cansava. Viria mais…não sabia quando.

(Raissa Lopes)

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