Vaso

Chocolate

Cheiro de maracujá

 Forte. Fatal. Roubando a cena. Roubando tudo.

Vem de rosa e com rosas murchas na mão.

Já não há o que esperar.

Já não há quem presentear. Pranto seco desde então.

O outono era frio mesmo com o calor do peito.

O moço das rosas era vazio, vazio. Chegou a surpeender…

a rosa que era puro encanto. Seus olhos que esperavam tanto. E tão pouco tiveram

pois tão pouco tiveram a lhe oferecer.

A rosa recolheu suas rosas, mesmo murchas, mesmo mortas

Sabia que num vaso claro, de água limpa

No peito de alguém cheio de cor

Elas poderiam renascer.

(Raissa Lopes)

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