Condensação (Só e Chuva)

Pensamentos que transbordam

em dilúvio de acasos

Acasos que se achegam

Afogados nesses casos, anseios.

Anseios quase serenos,

 se não fosse a pressa,

preferida, sugerida aos normais.

 

Eterno eco de amanhã

Som da chuva, escorrem os acasos,

como pedaços pelo meu maxilar…

E é fina a fome de morder a sorte    

   Evita-se o risco, mas se curva perante o porvir.

 

(Raissa Lopes e Daniel Lima Figueredo)

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2 comentários sobre “Condensação (Só e Chuva)

  1. …e a poesia amadurece, sem perder a sua originalidade verde, nascendo no “noroeste (do) Português”, como um jovem vinho verde. Um vinho naturalmente “leve” e frutado, leve como as palavras melódicas dos gestos “Raissanos” e frutado como as minhas sinestesias. Parabéns!

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  2. cara, tá demais…. raissa e daniel, dois poetas separados ou juntos… destilando vida , amor , parceria, emoção…. amei, vc´s devem puplicar um livro…. bj no coração dos dois

    mm quer dizer Rejane

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