Ineficazes

O Sol embala o som numa noite tranquila.

 Cor a cor, o mundo gira e aguarda o destino desandar.

Desanda calmo….

Sereno e lindo.

Ri do tempo e da demora.

 Força é estrada que arranca dúvidas.

Esboça outonos.

 Encruzilhadas se fecham no peito em paz.

 Não há saída.

 Não há solidão.

Há escolha

 e reticentes, se encantam…

Cantam necessidades ineficazes.

Vem um sopro de luz.

A brisa é leve, lenta.

Anuncia céus infindáveis.

 Promessas, promessas.

O depois tudo dirá.

 

(Raissa Lopes)

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3 comentários sobre “Ineficazes

  1. Continua grandiosa(a poesia e você), com esse “passo de deusa”(como dizia Eça de Queirós). E eu continuo um leitor de carteirinha desse blog. Também continuo ansioso pelo teu novo livro! Beijo

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