Sem fim

O tempo queima a pele

 e nossa cor arde um pouco mais.

 O vento sente a febre

 em que vivemos e tentamos respirar.

 Grau a grau.

 Esquecemos de reinar.

Esquecemos nossa nobreza

e nos curvamos como escravos.

Reis e rainhas destronados.

 Éramos fortes, dignos.

 A fraqueza de alguns

 tomou as coroas de todos.

Quem, quando e onde?

Nossos bosques estão tão vazios…

(Raissa Lopes)

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