Circo [1]

De onde virá acaso pra sarar tanto destino se impondo? Serei eu a sorrir internamente, inteiramente, como quem acabou de explodir de amor? De onde virá abrigo pra tanta tempestade particular? Os invernos se sucedem, mas as flores ainda estão lá. Passo a passo, tudo vai tendendo ao caos. Querendo fugir da rota (quem se importa?). E fantasmas reaparecem de além-mar. O Sol fugia de mim. Esse escuro não era pra durar.

Pergunto a duas Marias, ” Quais os pressupostos para suprir a minha necessidade?”, mas elas também não sabem…

Todos esses personagens. Quem não os têm?   

 

(Raissa Lopes)

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