Versões de verões

E da vida sempre um pouco mais, uma brisa a mais. Mais um movimento, mais um sopro. Divino. Como sempre. Alegria tanta, mal cabe em meu peito. Natureza canta, mal sabe que suspeito dos seus tons. Arbóreos, ilusórios, emprestados. Olhos atentos. Num milhão de coisas simultâneas. O mundo é muito rápido e eu giro muito rápido. Difícil apreender tanto verde, tanto azul, tanta perfeição. Tanta luz. Tudo que eu quero é arriscado. Riscado está o passado,mas sempre lá, intacto. As ondas me empurram e como amo isso. Misturar tempos, embaralhar presentes, desembrulhar futuros, passados e estações. Como estou bem onde estou!

(Raissa Lopes)

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