Espelhado

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As penas deixo para as aves.

Para nós toda a altivez que houver nessa vida.

Toda força e bravura.

Determinismos não existem.

Existe DeterminAÇÃO.

Movimento sempre foi a minha segunda natureza.

Minha pele arde pois encarei de frente os medos e inquietações.

Apenas para frente.

Sempre, sempre.

As luzes que se acenderam na esquina que ficou para trás

não iluminam bem o caminho à minha frente.

Antes eu diria, “sinto deixá-las…”

mas hoje não sinto nada.

Sei que devo me despedir delas, mas com convicção.

O poder é tão maior que toda essa confusão.

Confusão que as pessoas criam,

valsas que esses personagens dançam.

Máscaras que escondem inseguranças.

Pena? Para quê?

Não sei voar.

Prefiro a força e intensidade do rugir do mar.  

 

(Raissa Lopes)

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